Vulto Despido
De Jose Borges/
No escuro do quarto
Tudo que vejo e o vulto
Despido de sua silhueta
Se aproximando de mim
Com movimentos delicados,
Tocas meu corpo, arrancando.
De mim suspiros profundos
Com as pontas do dedo
Desliza suas mãos entre
Os pelos de meu corpo ao
Mesmo tempo em que
Anseio por sua boca felina
Nesse exato momento com
Uma das mãos seguro- te
Pelos cabelos e deixo a outra
Delineando e apalpando as
Curva desnuda de seu corpo
Despido e agora ofegante
Num abraço envolvente
Jogo-te na cama...!
Submissa diante de mim
Minha boca sedenta desfruta
De teu mel prazer
Minha carne enrijecida
Rocei-a tua parte mais
Úmidas levando-te a
Loucura de uma forma
Gostosa e delirante como
Nunca sentiu antes!!!
Autoria: Jose Borges da Silva Filho
Poetahdasletras
10/01/2014
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