quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Eduardo Costa - Primeiro de Abril



O arroz Queimou
De José Borges/

Excita-me ao entrar em casa e
Sentir o cheiro do tempero no ar
      Logo em seguida ti ver de
      Avental mexendo o traze iro...
      Enquanto mistura o arroz
Logo eleva uma volúpia
Por de baixo da calça
      Chego de mansinho
      Agarro-te por traz
Nossas respirações se confundem
Enquanto beijo-te o pescoço,... Minhas
Mãos atrevidas apertam-te as nade gás
       Seu corpo se contrai
      Roçando se no meu
O cheiro de amor
Misturado ao tempero
Transforma VOCE  no prato
Principal
      Num abraço malicioso
      Deixo-te de quatro
O vestido leve e solto
Vai parar no pescoço
      Impulsivamente te pego
      Pelos cabelos enquanto
      Encaixo meu corpo
Num uivo alucinante
Você parece uma cadela núncio
      Razão pela qual também
      Grito e gozo como animal
Chegando a exaustão
Cansados com a respiração
Ofegante, você ainda busca.
Força e olha-me nos olhos e diz
      Ta sentindo o cheiro?
      Respondo!... De amor
      Não!... O arroz... Queimou!!!

Autoria: Jose Borges da Silva Filho
Poetahdasletras
28/11/2010 

Nenhum comentário:

Postar um comentário