O arroz Queimou
De José Borges/
Excita-me ao entrar em casa e
Sentir o cheiro do tempero no ar
Logo em seguida ti ver de
Avental mexendo o traze iro...
Enquanto mistura o arroz
Logo eleva uma volúpia
Por de baixo da calça
Chego de mansinho
Agarro-te por traz
Nossas respirações se confundem
Enquanto beijo-te o pescoço,... Minhas
Mãos atrevidas apertam-te as nade gás
Seu corpo se contrai
Roçando se no meu
O cheiro de amor
Misturado ao tempero
Transforma VOCE no prato
Principal
Num abraço malicioso
Deixo-te de quatro
O vestido leve e solto
Vai parar no pescoço
Impulsivamente te pego
Pelos cabelos enquanto
Encaixo meu corpo
Num uivo alucinante
Você parece uma cadela núncio
Razão pela qual também
Grito e gozo como animal
Chegando a exaustão
Cansados com a respiração
Ofegante, você ainda busca.
Força e olha-me nos olhos e diz
Ta sentindo o cheiro?
Respondo!... De amor
Não!... O arroz... Queimou!!!
Autoria: Jose Borges da Silva Filho
Poetahdasletras
28/11/2010
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