Manhâ que eu Não Vi
De Jose Borges/
Algumas noites são
Intermináveis quando
O sono na vem, Ai...
As manhâs começam com á
Luz do sol ardendo os olhos
Há claridade do dia é como
Se o vento soprasse areia fina
Assim literalmente com os
Olhos fechados não enxergam
O encanto das manhâs
Não olhamos o brilho do sol
Não respiramos o ar puro das arvores
Nem sentimos o perfume que exala das
flores
O canto do passaro
Que nós alegra todas
As manhas calam-se ao...
Som das palavras de
Heresias
Quando a dor dos olhos
Passa, meus olhos se abrem...
Ai eu busco o sol
Mas ele já se foi
Quero sentir a brisa e o
Perfume das flores
Só ficou a mormaço do calor
Ocultando o perfume da flor
Quero ouvir o canto do passaro
Só ficou o eco das palavras no
Vazio de uma manhâ que eu não
Vi!!!
Autoria Jose Borges da Silva Filho
Poetahdasletras
20/05/2012
Nenhum comentário:
Postar um comentário